Tal qual o ar que respiramos, sei que Deus existe, ainda que não possa vê-lo... Sim, Jacque, eu ainda te amo! Por favor, me perdoa...

domingo, 24 de agosto de 2008



Até que em fim chegou ao fim os jogos olímpicos, a celebração da globalização. O Brasil foi um fracasso. Poderia ter sido melhor. Melhor se fosse pior e não tivessem trazido nenhuma medalha. Pois a cada vitória brota no coração do brasileiro a sensação de que tudo vai bem. Mas a cada derrota, a verdade aparece:

"Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado,e miserável, e pobre , e cego, e nu" Ap 3: 17

E a delegação brasileira me lembra o filho pródigo, que saiu da casa do pai e só se deu mal, e agora retorna arrependido.

Mas eu, eu não sei saltar com vara, eu não sou playboy pra jogar tênis... E nem nadar eu sei. Eu não me identifico com nenhum deles. Talvez com os que correm ou com os que lutam...

E o cara que morava na rua de cima, trouxe uma medalha de lá. Agora, todos o conheciam. MAS EU NÃO, EU NÃO TE CONHEÇO!

Voltemos todos à realidade, onde ninguém se esforça por uma medalha, e o seu esforço não é acompanhado pelas câmeras. Um jogo onde o juiz é ladrão. Um time de milhões que suam a camisa, enquanto todo o ouro conquistado fica nas mãos dos técnicos e dirigentes.

É hora de atacarmos e virarmos esse jogo. Não confiemos em nossos técnicos pois, na verdade, eles trabalham pro time adversário. Até a vitória (+)!

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