Tal qual o ar que respiramos, sei que Deus existe, ainda que não possa vê-lo... Sim, Jacque, eu ainda te amo! Por favor, me perdoa...

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Carnaval 2009

Nos teus seios, ó mulata,
mamam a essência do teu ser
nédios cerdos capitalistas,
paquidermes do poder

Em teu glúteo, ó mulata,
trematódeos dístomos há,
o suor dos teus esforços
nunca há de os saciar

Anelídeos hematófagos
hirudíneos a sugar,
tuas veias e artérias
avidamente irão drenar

E de tua carne farta
alimenta-se um grande abutre,
rapinando tuas posses
às tuas custas se nutre

Até quando, ó mulata?
até quando, parasitas?
vilipendiar-nos-emos
neste sistema fascista,
dos paquidermes do poder
nédios cerdos capitalistas

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